O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, afirmou esta terça-feira que foi registado um elevado nível de «conversas de teor terrorista» após o sequestro no café em Sidney, que terminou com três mortos, admitindo que se pode «considerar provável» um novo ataque.
O autor do sequestro, Man Haron Monis, um iraniano de 50 anos a quem foi concedido asilo político na Austrália em 1996, foi uma das pessoas mortas, juntamente com dois reféns, quando a polícia irrompeu pelo café do centro de Sidney na terça-feira da semana passada para libertar 17 reféns.

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«Um briefing fornecido hoje pelas agências de segurança indicou que tem havido um elevado nível de conversas de teor terrorista após o sequestro em Martin Place», afirmou, após uma reunião com o seu Comité de Segurança Nacional.
O autor do sequestro, Man Haron Monis, um iraniano de 50 anos a quem foi concedido asilo político na Austrália em 1996, foi uma das pessoas mortas, juntamente com dois reféns, quando a polícia irrompeu pelo café do centro de Sidney na terça-feira da semana passada para libertar 17 reféns.
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Austrália admite novo ataque terrorista
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