Os aparelhos de ar condicionado da nova sede da PJ estão a provocar ruído com valores superiores ao permitido por lei e já motivaram uma queixa formal.

Os moradores dos edifícios adjacentes à nova sede da Polícia Judiciária, em Lisboa, fizeram queixa à PJ e ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça por causa do barulho provocado pelos aparelhos de ar condicionado.
Segundo uma fonte oficial do Ministério da Justiça, citada pelo Sol, uma avaliação externa confirmou que a intensidade sonora que ultrapassava os valores regulamentares nos edifícios vizinhos.
Ao mesmo jornal, vários moradores queixaram-se do barulho que os obriga a levantar o tom de voz nas conversas e os acorda durante a madrugada, quando os aparelhos disparam.
As primeiras queixas começaram logo depois da inauguração do edifício, em 2014, e até ao momento os moradores não viram o problema resolvido apesar da entidade responsável pelo projeto ter implementado medidas que prometiam faze-lo, estando à espera dos resultados de uma nova avaliação.
nm
Os moradores dos edifícios adjacentes à nova sede da Polícia Judiciária, em Lisboa, fizeram queixa à PJ e ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça por causa do barulho provocado pelos aparelhos de ar condicionado.
Segundo uma fonte oficial do Ministério da Justiça, citada pelo Sol, uma avaliação externa confirmou que a intensidade sonora que ultrapassava os valores regulamentares nos edifícios vizinhos.
Ao mesmo jornal, vários moradores queixaram-se do barulho que os obriga a levantar o tom de voz nas conversas e os acorda durante a madrugada, quando os aparelhos disparam.
As primeiras queixas começaram logo depois da inauguração do edifício, em 2014, e até ao momento os moradores não viram o problema resolvido apesar da entidade responsável pelo projeto ter implementado medidas que prometiam faze-lo, estando à espera dos resultados de uma nova avaliação.
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Vizinhos da PJ apresentam queixa contra barulho
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