samedi 11 avril 2015

Mistério no júri presidido por Nóvoa que chumbou Saldanha Sanches



Saldanha Sanches


Afinal Saldanha Sanches não foi chumbado uma vez nas provas de agregação mas duas. No mesmo dia. De uma votação para outra, um catedrático mudou de voto. Sampaio da Nóvoa presidiu por inerência - sem votar - ao júri.
Há um mistério na história do chumbo ao fiscalista Saldanha Sanches na prova de agregação que lhe teria permitido, em 2007, tornar-se professor catedrático - e cujo júri foi presidido pelo então reitor da Universidade de Lisboa, e hoje protocandidato presidencial, António Sampaio da Nóvoa.




O mistério é: quem foi, dos nove catedráticos que compunham o júri, o que mudou o sentido de voto. A verdade é que, segundo apurou o DN, não houve uma votação mas duas.







dn









Mistério no júri presidido por Nóvoa que chumbou Saldanha Sanches

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