[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Promoções agressivas e competição entre supermercados estão a aumentar, diz administrador da Jerónimo Martins. Este ano, a dona do Pingo Doce vai investir mais em Portugal.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Os portugueses querem cada vez mais promoções quando vão ao supermercado e os retalhistas deverão continuar a responder nessa moeda. Mesmo que isso signifique mais deflação e impactos negativos nas contas dos grupos de distribuição.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Esta semana, a Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, apresentou uma quebra de 21% nos lucros em 2014, para 301 milhões de euros. Mesmo com as vendas a evoluírem mais de 7%, para 12,7 mil milhões. Os «níveis de deflação alimentar sem precedentes» que pressionaram a rentabilidade foram, segundo o grupo, uma das principais dificuldades do ano passado. Ainda assim, a companhia controlada pela família Soares dos Santos vai manter a aposta no preço.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]«A Ryanair e a Easyjet cada vez têm mais sucesso. Porque é que o low cost tem mais sucesso em tudo, desde os carros aos hotéis? Porque preenche uma necessidade que havia no mercado. Porque é que o consumidor há-de pagar mais?», compara o administrador-delegado, Pedro Soares dos Santos, ao SOL.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]O gestor assegura que o grupo tem capacidade para enfrentar a deflação e suportar a guerra de preços protagonizada pelas cadeias de supermercados para conquistar clientes e vendas. «Temos resiliência para aguentar mais um ano ou mais anos. A nossa força organizacional permite-nos fazer isso», garantiu, à margem da conferência de imprensa sobre os resultados anuais.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]A estratégia passará por «encontrar formas de optimizar a organização e a eficiência e ter os custos altamente controlados, de forma a que tenhamos liberdade total de fazermos o que quisermos com os preços».[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Depois de em 2014 os preços do Pingo Doce terem recuado 6,6% – que compara com uma deflação alimentar média de 1,3% em Portugal – a tendência de descida continuou nos primeiros meses de 2015 e já ronda os 4% no cabaz destas lojas.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]A febre promocional do último ano «não passou e até aumentou», descreve. «Quando se faz estudos sobre o consumidor, percebemos que ele só pede uma coisa: mais promoções. E nós vamos ao encontro disso. Esta agressividade não é para todos. Mas não prevejo que abrande pelo menos no primeiro semestre», antecipa.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]«Há muita gente que chega ao final do mês em grandes dificuldades. Naqueles últimos dez dias do mês, sentimos sempre uma pressão enorme para que essa actividade [promocional] aumente», sublinha.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Mais dez lojas previstas [/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Ainda assim, também Pedro Soares dos Santos indica que o Pingo Doce teve um 2014 «excepcional».[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Das várias insígnias que o grupo opera – a Biedronka, na Polónia, e a colombiana ARA – o Pingo Doce foi a única a subir em vendas quando se compara o mesmo universo de lojas. As caixas registadoras das 380 lojas, que recebem 700 mil visitas por dia, contabilizaram 3,2 mil milhões de euros.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Este ano, o grupo planeia investir cerca de 100 milhões de euros em Portugal, o dobro de 2014. Metade será para um centro de distribuição no Norte e o restante para abrir mais dez pontos de venda, próprios ou em parceria com terceiros. A cadeia terminou o ano passado com mais cinco lojas do que em 2013.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]No total internacional, a retalhista, que emprega mais de 86 mil pessoas, prevê investir entre 500 a 550 milhões de euros. A expansão da Biedronka na Polónia deverá absorver 60% desse valor. Outros 60 a 70 milhões serão para crescer na Colômbia: ter mais 50 lojas, a somar às 86 com que fechou 2014.[/COLOR]

sol [/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Os portugueses querem cada vez mais promoções quando vão ao supermercado e os retalhistas deverão continuar a responder nessa moeda. Mesmo que isso signifique mais deflação e impactos negativos nas contas dos grupos de distribuição.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Esta semana, a Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, apresentou uma quebra de 21% nos lucros em 2014, para 301 milhões de euros. Mesmo com as vendas a evoluírem mais de 7%, para 12,7 mil milhões. Os «níveis de deflação alimentar sem precedentes» que pressionaram a rentabilidade foram, segundo o grupo, uma das principais dificuldades do ano passado. Ainda assim, a companhia controlada pela família Soares dos Santos vai manter a aposta no preço.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]«A Ryanair e a Easyjet cada vez têm mais sucesso. Porque é que o low cost tem mais sucesso em tudo, desde os carros aos hotéis? Porque preenche uma necessidade que havia no mercado. Porque é que o consumidor há-de pagar mais?», compara o administrador-delegado, Pedro Soares dos Santos, ao SOL.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]O gestor assegura que o grupo tem capacidade para enfrentar a deflação e suportar a guerra de preços protagonizada pelas cadeias de supermercados para conquistar clientes e vendas. «Temos resiliência para aguentar mais um ano ou mais anos. A nossa força organizacional permite-nos fazer isso», garantiu, à margem da conferência de imprensa sobre os resultados anuais.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]A estratégia passará por «encontrar formas de optimizar a organização e a eficiência e ter os custos altamente controlados, de forma a que tenhamos liberdade total de fazermos o que quisermos com os preços».[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Depois de em 2014 os preços do Pingo Doce terem recuado 6,6% – que compara com uma deflação alimentar média de 1,3% em Portugal – a tendência de descida continuou nos primeiros meses de 2015 e já ronda os 4% no cabaz destas lojas.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]A febre promocional do último ano «não passou e até aumentou», descreve. «Quando se faz estudos sobre o consumidor, percebemos que ele só pede uma coisa: mais promoções. E nós vamos ao encontro disso. Esta agressividade não é para todos. Mas não prevejo que abrande pelo menos no primeiro semestre», antecipa.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]«Há muita gente que chega ao final do mês em grandes dificuldades. Naqueles últimos dez dias do mês, sentimos sempre uma pressão enorme para que essa actividade [promocional] aumente», sublinha.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Mais dez lojas previstas [/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Ainda assim, também Pedro Soares dos Santos indica que o Pingo Doce teve um 2014 «excepcional».[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Das várias insígnias que o grupo opera – a Biedronka, na Polónia, e a colombiana ARA – o Pingo Doce foi a única a subir em vendas quando se compara o mesmo universo de lojas. As caixas registadoras das 380 lojas, que recebem 700 mil visitas por dia, contabilizaram 3,2 mil milhões de euros.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]Este ano, o grupo planeia investir cerca de 100 milhões de euros em Portugal, o dobro de 2014. Metade será para um centro de distribuição no Norte e o restante para abrir mais dez pontos de venda, próprios ou em parceria com terceiros. A cadeia terminou o ano passado com mais cinco lojas do que em 2013.[/COLOR]
[COLOR=rgba(0, 0, 0, 0.8)]No total internacional, a retalhista, que emprega mais de 86 mil pessoas, prevê investir entre 500 a 550 milhões de euros. A expansão da Biedronka na Polónia deverá absorver 60% desse valor. Outros 60 a 70 milhões serão para crescer na Colômbia: ter mais 50 lojas, a somar às 86 com que fechou 2014.[/COLOR]
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Guerra de preços nos supermercados veio para ficar
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