Depois de Pedro Passos Coelho, surgem agora notícias de que António Costa não pagou as respetivas contribuições autárquicas quando era ministro da Justiça. Autarca de Lisboa já desmentiu.

A notícia de que Pedro Passos Coelho não havia pago as contribuições para a Segurança Social fez manchete nos últimos dias. Agora, tal como escreve o Observador, é António Costa que está a ser visado, também por falta de pagamentos devidos.
Vários membros do PSD estão a partilhar no Facebook um recorte de uma notícia do antigo jornal Tal & Qual na qual se pode ler que o agora presidente da Câmara Municipal de Lisboa não pagou a respetiva contribuição autárquica entre 1999 e 2002 altura em que desempenhou as funções de ministro da Justiça.
Tal como explica o Observador, o jornal encerrou em 2007 e o artigo em causa não está disponível na internet.
O assessor do primeiro-ministro, Carlos Sá Carneiro, foi um dos elementos ligados ao PSD que partilhou a imagem no seu perfil do Facebook.
Da esquerda radical quase tudo se espera. Mas de um partido com ambições governativas aguarda-se uma postura menos inflamada. Não foi o que aconteceu com este PS e com sua a porta-voz destacada (Sónia Fertuzinhos) para a intendência, que pretendeu cavalgar uma falha assumida e explicada de uma obrigação que, apesar de prescrita, foi voluntariamente regularizada. Um PS cheio de telhados de vidro que desata a atirar pedras mal espreita uma pequena oportunidade, escreveu o assessor na publicação acompanhada pelo recorte da notícia.
Também Carlos Abreu Amorim, deputado social-democrata, se pronunciou sobre o assunto. Na sua página oficial do Facebook começou por dizer que tudo isto é lamentável e que não é assim que se deve fazer política. Mas sublinhou: quem tem telhados de vidro deve ser prudente a atirar pedras.
Era inevitável este escarafunchar na arqueologia pessoal de cada um pode não deixar ninguém incólume. Daqui a pouco andaremos em busca das multas de estacionamento e das faturas sem número de contribuinte. Nada que não tenha já acontecido à esmagadora maioria dos cidadãos (exceto os anjos sem asas que pululam nos fóruns das rádios e TVs) mas que uma onda puritanismo hipócrita tenta elevar à esfera do mínimo ético indispensável de todos os quotidianos. Repito: não pode ser assim que se faz política!, acrescentou.
António Costa enviou, entretanto, uma nota ao Observador a desmentir que tal notícia seja verdade.
Dirigentes do PSD reeditaram hoje uma notícia do extinto semanário Tal & Qual, publicada no ano 2000 (ou 2001). O desmentido que então fiz mantém plena atualidade: não devo nem devi qualquer quantia relativa à sisa ou à contribuição autárquica, assegurou o líder do Partido Socialista.
nm
A notícia de que Pedro Passos Coelho não havia pago as contribuições para a Segurança Social fez manchete nos últimos dias. Agora, tal como escreve o Observador, é António Costa que está a ser visado, também por falta de pagamentos devidos.
Vários membros do PSD estão a partilhar no Facebook um recorte de uma notícia do antigo jornal Tal & Qual na qual se pode ler que o agora presidente da Câmara Municipal de Lisboa não pagou a respetiva contribuição autárquica entre 1999 e 2002 altura em que desempenhou as funções de ministro da Justiça.
Tal como explica o Observador, o jornal encerrou em 2007 e o artigo em causa não está disponível na internet.
O assessor do primeiro-ministro, Carlos Sá Carneiro, foi um dos elementos ligados ao PSD que partilhou a imagem no seu perfil do Facebook.
Da esquerda radical quase tudo se espera. Mas de um partido com ambições governativas aguarda-se uma postura menos inflamada. Não foi o que aconteceu com este PS e com sua a porta-voz destacada (Sónia Fertuzinhos) para a intendência, que pretendeu cavalgar uma falha assumida e explicada de uma obrigação que, apesar de prescrita, foi voluntariamente regularizada. Um PS cheio de telhados de vidro que desata a atirar pedras mal espreita uma pequena oportunidade, escreveu o assessor na publicação acompanhada pelo recorte da notícia.
Também Carlos Abreu Amorim, deputado social-democrata, se pronunciou sobre o assunto. Na sua página oficial do Facebook começou por dizer que tudo isto é lamentável e que não é assim que se deve fazer política. Mas sublinhou: quem tem telhados de vidro deve ser prudente a atirar pedras.
Era inevitável este escarafunchar na arqueologia pessoal de cada um pode não deixar ninguém incólume. Daqui a pouco andaremos em busca das multas de estacionamento e das faturas sem número de contribuinte. Nada que não tenha já acontecido à esmagadora maioria dos cidadãos (exceto os anjos sem asas que pululam nos fóruns das rádios e TVs) mas que uma onda puritanismo hipócrita tenta elevar à esfera do mínimo ético indispensável de todos os quotidianos. Repito: não pode ser assim que se faz política!, acrescentou.
António Costa enviou, entretanto, uma nota ao Observador a desmentir que tal notícia seja verdade.
Dirigentes do PSD reeditaram hoje uma notícia do extinto semanário Tal & Qual, publicada no ano 2000 (ou 2001). O desmentido que então fiz mantém plena atualidade: não devo nem devi qualquer quantia relativa à sisa ou à contribuição autárquica, assegurou o líder do Partido Socialista.
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Costa acusado de falhar contribuições autárquicas
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